Passar para o Conteúdo Principal Top
Logótipo Logótipo
  • botão de contactos botão de contactos
  • pesquisar

Cavalgada de Mil Amperes

10 Mai
Adicionar a calendário 2025-05-10 00:00:00 2025-05-10 00:00:00 Europe/Lisbon Cavalgada de Mil Amperes Evento
Preço:

Preço Inteiro – 7,50€

Sénior (=65) – 5,00€

Estudante – 5,00€

Criança (0-12 anos) – 5,00€

Grupos = 10 - 20% sobre o valor de preço inteiro

Mobilidade reduzida e/ou pessoas com deficiência – 50% sobre o valor de preço inteiro

isento para acompanhantes de pessoas com mobilidade reduzida e/ou pessoas com deficiência

Estudantes universitários ao abrigo do Protocolo “Corredor Cultural” * – 50% sobre o valor de preço inteiro

* mediante a apresentação de cartão de estudante.

Isenções

Acompanhante de pessoa com deficiência (1 acompanhante)**

Jornalistas em serviço

**Para adquirir convite de acompanhante de pessoa com deficiência, por favor envie um email para teatro.constantino.nery@cm-matosinhos.pt ou contacte o 229 392 320

Bilhetes aqui

Informações Adicionais

A aquisição de um bilhete para um espetáculo no Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery permite o estacionamento no Parque de Estacionamento da Docapesca, mediante o pagamento de 1 euro.

 

Horário:

10 de Maio às 21h30

Sinopse

CAVALGADA DE MIL AMPERES é um dos versos do longo poema com que Álvaro de Campos nos sugere, para a vida, uma via sensorial, e faz a apologia de todas as sensações, convocando uma miríade caleidoscópica de imagens que convoca todas as memórias e as torna personagem e voz.

Uma super personagem que quer sentir como Deus, ou quase tanto quanto ele, alcandorar-se a uma altura torreefélica de sentidos e sensações que só Deus lograria alcançar, se alcançasse, como se vivesse na vertigem do galope do cavalo em cavalgada elétrica e imparável. Num poema visceral e trifásico, quadrifásico, histérico e prolixo, a totalidade do ser é a meta a inalcançar, desejando-o apenas, em todas as imagens e consequentes mutações. É um poema mutante. Um poema rio caudaloso. Um poema de todas as águas e de todas as máquinas.

A Álvaro de Campos, relendo o poema tantos anos depois, juntam-se as vozes de António Durães, ator e intérprete e reinventor do poema e da sua gramática sensitiva, de Márcio Décio e João Figueiredo, que compuseram música para estas precisas palavras, arrojando uma linguagem imprevista, cheia de acentos e declives, a que os filmes de Edgar Pêra trazem outra inquietação e intranquilidade. Três camadas a que uma última se juntará, a poética da cena, que urdirá em derradeira instância, o pano de boca que abrirá e fechará o tempo.

O espetáculo está continuamente a comentar-se, ou a retratar-se, colocando em diálogo, mesmo que não verbal e normalmente direcionado, personagens que sendo sempre a(s) mesma(s), simultaneamente discordam, criticam, levantam outras possibilidades, acrescentam ou ostentam opinião radicalmente dissonante. Um espetáculo em permanente contradição. Ou a contradição a sacrificar-se em espetáculo, no sítio mais sagrado que pode haver, onde a convocação do homem-Deus, o ser que tudo sente e que sente de todas as maneiras, é o poeta a arder, na boca desdentada da poesia maior que pode haver.

Tudo à mostra, no palco, onde tudo deve ferver.

Ficha Artística

Um poema de Álvaro de Campos

(“Sentir tudo de todas as maneiras” e outros excertos de A Passagem das Horas)

Direção artística António Durães

Composição musical Márcio Décio e João Figueiredo

Filmes Edgar Pêra (produção Bando à Parte)

Os músicos:

Guitarra Márcio Décio

Bateria Alcino Canas

Guitarra e teclados Francisco Carvalho

Baixo Tiago Tinoco

Voz António Durães

Pós-produção vídeo João Mora

FX Vozes Artur Cyaneto

Fotografia e vídeos Carlos Azevedo e Carlos Filipe Sousa

Desenho de luz Mariana Figueroa

Figurinos Susana Abreu

Artwork Vânia Kosta (a partir de uma fotografia de José Caldeira)

 

Agradecimentos

Coprodução Menosmuitomais, CRL; Casa das Artes de Famalicão; Theatro Circo; Teatro Constantino Nery;

Mecenas exclusivo DSTGROUP_bculture

Apoios BANDO À PARTE, Rádio Universitária do Minho, Sindicato de Poesia,

Ricardo Preto, Casa Stop, Quarteto Contratempus

 

CAVALGADA MIL AMPERES_1080x1920 quiosque digital

Voltar
Conteúdo atualizado em30 de abril de 2025às 12:39